sábado, 9 de outubro de 2010

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Fred Pontes  /Divulgação
Léo Santana, vocalista do Parangolé, investiu no figurino para seu show no Salvador Fest, neste domingo, 18. O cantor escolheu peças bem extravagantes e justinhas e enlouqueceu a plateia, mostrando o corpo sarado. No começo da apresentação, ele usou um blazer de lantejoulas pretas e, depois de um tempo, ficou apenas com a calça de couro agarradinha e uma regata preta.
A música Rebolation é a grande sensação do verão e um dos principais hits do Carnaval de Salvador 2010. O pagode baiano foi escrito por Nenel e Léo Santana, vocalista da banda Parangolé.
Tamanho é o sucesso que Ivete Sangalo, Daniele Mercury e Claudia Leitte já cantaram e dançaram o Rebolation em suas apresentações. “Fico feliz que a música seja esse sucesso todo no país. No carnaval, quero ver todo mundo rebolando, requebrando até o chão”, afirmou Léo.
Mas não é só a música que caiu no gosto do público. A coreografia do Rebolation também é parte da atração. “A coreografia é fácil. Mão na cabeça, rebola, rebola, gira de lado, rebola, rebola, é o Rebolation, tion, tion, tion, é o Rebolation, tion, tion, tion”, explica o cantor.
E eles não param por aí, esse ano o Parangolé foi eleito por votação popular, a melhor banda do “Axé Monte 2009”, evento tradicional no estado que contou também com as bandas: Jamil, Psirico e Chiclete com Banana. A banda é ainda uma das principais atrações cotadas para o maior evento de música do estado.

E para os admiradores que irão curtir a apresentação do grupo, na Chopada de Medicina dia 08 de agosto, a Banda Parangolé promete um show mais do que especial, o grupo está preparando um espetáculo com muito brilho, efeitos, sensualidade e um repertório que não vai deixar ninguém parado.

"Aqui é a minha terra, a minha casa, é aqui que renovo as minhas energias, os shows em Salvador tem sempre um gostinho especial, é daqui que vem a inspiração e a força para seguir o mundo a fora". Declara Léo Santana, vocalista da banda.
Léo Santana, vocalista do Parangolé, investiu no figurino para seu show no Salvador Fest, neste domingo, 18. O cantor escolheu peças bem extravagantes e justinhas e enlouqueceu a plateia, mostrando o corpo sarado. No começo da apresentação, ele usou um blazer de lantejoulas pretas e, depois de um tempo, ficou apenas com a calça de couro agarradinha e uma regata preta.

Parangolé - Rebolation

Hélio Oiticica (Rio de Janeiro, 26 de julho de 1937 — Rio de Janeiro, 22 de março de 1980) foi um pintor, escultor, artista plástico e performático de aspirações anarquistas.
É considerado por muitos um dos artistas mais revolucionários de seu tempo e sua obra experimental e inovadora é reconhecida internacionalmente.[1] Neto de José Oiticica, anarquista, professor e filólogo brasileiro, autor do livro O anarquismo ao alcance de todos (1945).
Em 1959, fundou o Grupo Neoconcreto, ao lado de artistas como Amilcar de Castro, Lygia Clark, Lygia Pape e Franz Weissmann.
Na década de 1960, Hélio Oiticica criou o Parangolé, que ele chamava de "antiarte por excelência" e uma pintura viva e ambulante[2]. O Parangolé é uma espécie de capa (ou bandeira, estandarte ou tenda) que só mostra plenamente seus tons, cores, formas, texturas, grafismos e textos (mensagens como “Incorporo a Revolta” e “Estou Possuido”)[3], e os materiais com que é executado (tecido, borracha, tinta, papel, vidro, cola, plástico, corda, palha) a partir dos movimentos de alguém que o vista. Por isso, é considerado uma escultura móvel.
Em 1965, foi expulso de uma mostra no Museu de Arte Moderna do Rio de Janeiro por levar ao evento integrantes da Mangueira vestidos com parangolés[4]. A experiência dos morros cariocas fazia parte da dimensão da sua obra[2].
Foi também Hélio Oiticica que fez o penetrável Tropicália, que não só inspirou o nome, mas também ajudou a consolidar uma estética do movimento tropicalista na música brasileira, nos anos 1960 e 1970. Oiticica o chamava de "primeiríssima tentativa consciente de impor uma imagem "brasileira" ao contexto da vanguarda". Os penetráveis têm como pré-requisito a incursão do visitante, ou seja, os ambientes coloridos só funcionam com a presença do espectador[2].
Outras de suas criações são os bólides, recipientes cheios de pigmento que trazem a cidade para uma mostra de arte. Um conjunto tem água da Praia de Ipanema e o asfalto da Avenida Presidente Vargas, "que espreitam o espaço" e esperando o público para detonar experiências estéticas[2].
Em 16 de outubro de 2009, um incêndio destruiu cerca de duas mil obras do artista plástico - aproximadamente 90% do acervo (avaliado em 200 milhões de dólares), que era mantido na residência do seu irmão, no bairro do Jardim Botânico, no Rio de Janeiro. Além de quadros e dos famosos "parangolés", no local também eram guardados documentários e livros sobre o artista[5][6].
Uma grande parte dos documentos de Hélio Oiticica perdidos no incêndio foram preservados pela digitalização realizada pelo Programa Hélio Oiticica, coordenado pela curadora e crítica de arte Lisette Lagnado e desenvolvido em uma parceria entre o Instituto Itaú Cultural e o Projeto Hélio Oiticica